Teoria Unificada

Como é morrer? O que virá depois de tudo o mais? Voltem e contem-me como é, talvez me façam sentir menos só.

Sempre é pouco tempo para mim, quero ainda mais do que essa abstracção fantasiosa dos livros, poemas e declarações de amor vãs. O que há para além de sempre?

Experiências de quase-morte são tão inúteis como o quase-sempre. Quero a teoria do tudo, uma teoria unificada se faz favor.

Vou contar para todos sem esperar nem desejar que alguém conte para mim. Não devo merecer e por uma vez na vida suporto essa justa benevolência da glória maldita, do destino…

Não me lixem com religiões e lendas controladoras de mentes humanas (há tanto opressores no capital como no espiritual).

Quero números para além dos complexos para quantificar o quanto preciso de ti mas não os há! Não me vou pôr a inventar conjuntos com axiomas e operações próprias para entreter os meus escravos interiores; eles trabalham e nunca por nunca ser chegam a lado algum.

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~ por Rui Batista em 28 de Setembro de 2009.

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