Qualquer Dia

Hoje não, nem amanhã, nem depois…
Até pode ser um dia destes,
Mas agora tenho a agenda preenchida, muito…
Talvez qualquer dia ou um dia qualquer…
Um dia que dê para os dois…

Não importa…na verdade nada importa!
Nem mesmo desprezar a eternidade,
Porque é longa, tão longa
Que tal como tudo o resto passa,
E faz da vida uma vida morta.

O tempo aumenta, tudo mais diminui:
O amor, o próprio, o dos outros…
Só fica o teu, que afinal é meu,
Pois nunca o queres, talvez qualquer dia…Mas hoje não!
Está tudo escrito nas leis,
Nas da física, nas dos deuses…
E numa que diz que só o tédio flúi…

Um dia…Qualquer dia!…
Um dia em que alucinadas, as rainhas,
Errarem errantes por essas estradas,
Estarei perto, demasiado perto, tão perto,
E rir-me-ei, assim cruelmente, de pura e simples alegria…

Rui Batista
21:34 31-05-2006

Bem antigo este… É bom recordar certas coisas.

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~ por Rui Batista em 9 de Agosto de 2008.

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