Assimptótico

Assimptótico

Pasmado, venero o perfume assimptótico
Dos limites por calcular, hipnótico
Suspiro e prece aos deuses sem crença feita…

Apático e sublime, concentro-me
Nas singularidades uniforme mente distribuídas,
E sem pressa nem preces mais, encontro-me
À deriva nas propriedades perdidas
NOs teoremas que faltam na incompletude….

Nota que estou preso por astes invisíveis,
Preso a ti e a mim mesmo
Por tais garras intransponíveis
Que nem infinitas sinosóides afiadas
De comprimento inferior ao da luz
As podem estilhaçar.

Oh! Que infinito limitado,
Jaula de leão misero e esfaimado,
Súplica efémera, eterna bruma a desvendar….

Rui Batista
03/08/2008 00:47:12

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~ por Rui Batista em 2 de Agosto de 2008.

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