Sintra

Espero que Mesmo com tanta fumarada, piscinas de políticos vazias e ruídos omnipresentes de tinonins a guinchar desalmadamente, Sintra ainda tenha ficado Sintra, aquela Sintra que nebulosa e vaga ainda me enche um canto da memória.
Escrevi isto há alguns dias, bem antes dos incêndios:


Sintra

O teu húmido e escuro verde,
O eterno véu do nevoeiro
Que nos embrenha com teu cheiro,
O lugar onde tudo se perde
Em mitos e lendas de outro tempo,
O teu indistinto murmurar,
No terno grito de chuva e do vento…
Ó serra guardiã do mar!

17:39 28-07-2007

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~ por Rui Batista em 25 de Agosto de 2007.

2 Respostas to “Sintra”

  1. First time here =)
    Belo poema, Sintra é mesmo um sítio mágico onde o passado e o futuro se cruzam apresentando uma viagem misteriosa e envolvente.
    Um refúgio, um Éden perdido =)
    Felizmente as labaredas cessaram antes de atingir o belo monte da Lua. =)

    Kisses*******

  2. Tks pelo comment!!!

    Realmente Sintra é Sintra …por ser Sintra é que até o chato do Eça para lá mandou o Carlos da Maia e o Eusébiozinho looool

    Ás vezes dá-me para estas coisas a que (à falta de melhor qualificação) chamo de versos

    Mas tks pelo comentário, e desculpa só responder uma data de dias depois..:)

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