Windows API: like they do on the movies
Ás vezes uma pessoa tem que fazer coisas estúpidas. A mim, pobre e humilde aspirante a engenheiro informático, calhou-me trabalhar directamente com a AIP do Windows (win32 api), em c claro, nada de dotnets nem mfcs nem trafulhices afins. Com tal aventura aprendi muito sobre este sistema que todos amamos e não queremos admitir, se não fosse o windblows que “case study” é que teríamos para demonstrar as vantagens do linux/unix/*ix? É um facto, linux é melhor, linux é mais estável, mas esta espécie de clone de si mesmo (não falando no asta-la-vista) é a bem ou a mal uma besta interessante. Tem bugs, não é seguro, e tem uma api de meter medo ao susto, mas dá pica. Nem que seja pela quantidade de nomes idiotas que se dá a um char *. E a comunicação entre processos via WindowMessages, que foi por acaso o que tive de fazer, é no mínimo original e não tão mal esgalhada quanto isso, pelo menos na teoria claro. Tudo bem que para comunicação eficiente são precisos alguns truques mas…. Sem truques temos as sockets ou pipes e nesta coisa não convem arriscar. E partilhar memória também é feio claro, mas funciona. Uns conselhos que tive de dar a mim mesmo ao programar com tal besta:
cl.exe não é nem nunca vai ser se quer comparável ao gcc.E pronto, uma pessoa tem destas coisas… E sim, tenho saudades do fork read write open close e execve….

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