É oficial, o Senhor e o Cornudo uniram-se. Estamos todos condenados.
Depois de Floribela, Rebeld Way, Morangos com Açúcar (primeira série, Segunda série, Terceira Série, quarta Série, Quinta série e respectivas férias de verão – Tudo para que o google aqui venha parar, repito, Morangos com açúcar Simão Ana Luísa Pipo Joana Rita Pereira Cláudia Vieira Mafalda Teixeira etc… SEOSEOSEO)
A Sic brinda-nos com Lua Vermelha, uma série de vampiros amigos e boa-onda ao estilo twilight (cropúsculo, lua-nova newmoon eclipse, google google google SEOSEOSEO) onde a protagonista é abordada por uns quantos manos que a querem meter num carro, e Afonso, que nome fantástico para um vampiro, a salva de todos os perigos e privações. Segundo informações da Lusa (ok, da Joaninha) a rapariga chama-se Isabel (Twilight -> Isabella bella Swan) o que me parece de todo original. Deus meu, vejam, oiçam e sintam o vídeo, porquê palavras mesmo?
P.S. Desculpe lá amigo SEO lover que aqui caiu, foi uma piada. Desculpem igualmente aos que a não perceberam, não é suposto gente saudável possuir tal entendimento.
For an AI course at university I am supposed to write a program that solves Hidato Puzzles.
I wanted to solve this as a pure constraint solving problem (CSP) but I think, for efficiency in terms of space and time I must not do that. On the other hand, I think there is not an universal algorithm or a fantastic heuristic to solve this kind of puzzles… Lets see what I come with.
Aqui ficam as minhas respostas a perguntas pertinentes:
Cuba é uma democracia? Não. Não é uma democracia. Não existem eleições livres em que todos votam do mesmo modo, por isso não é uma democracia.
A Coreia do Norte é uma democracia? Não. Um reinado comunista não é uma democracia, como aliás não o é qualquer regime monárquico.
E agora as perguntas:
São os EUA uma democracia? Não. Em pleno século XXI não possuem sistema de saúde pública, os cidadãos não votam num sistema eleitoral igualitário, apenas dois partidos se candidatam às eleições presidenciais, o governo é controlado pelo sistema financeiro, ou pior, pela máfia.
É o Reino-unido uma democracia? Não, trata-se dum regime monárquico. Já não vivemos no tempo das raças superiores.
Fica aqui registado, neste compêndio de escrituras manifestamente profanas, que eu e alguns amigos fomos revistados por dois agentes da PSP, com o intuito de procederem a apreensão de substâncias ilícitas, ou seja estupefacientes, ou seja droga.
Os senhores agentes até merecem o meu apreço, eram malta porreira.
Li o Evangelho Segundo Jesus Cristo de José Saramago (o novo fica para outra hora).
Alguma semilhança com Dan Brown. Definitivamente que a bíblia tem muito que se lhe diga, como aliás qualquer texto religioso. Principalmente porque gera sempre e sempre mais literatura para nos alimentar a alminha.
Saramago sempre incomodou bastante. A uns, a história das vírgulas ao pontapé faz cócigas, a outros, a necessidade que ele tem de dizer o que todos querem dizer faz-lhes medo de perder o emprego. Isto a propósito do seu novo livro Caim. Aqui vão algumas declarações do senhor sobre o Senhor e o sagrado manual de maus costumes:
Aplaudamos. Saiu o Windows 7. Saltemos e pulemos pelo dinheiro que vamos gastar, pelas falhas que vamos comprar e pensemos, qual Lídia a Beira-rio, desta vez é que é, ou não, da próxima é que é. Mais rápido? mais seguro? Não será esse o mínimo para se lançar uma nova versão? Mover streams de audio?… Como é que se chama… pulseaudio, isso, já se usa tal coisa à mais de dois anos. Multitouch? Alguém, Apple ou que raio é, a quanto tempo? A Microsoft está a lançar o sistema operativo que deveria ter lançado em 2006 como se fosse o milagre das Rosas, reparem, eles até nos deixaram testar para, vejam lá, nos oferecerem o prazer de encontrar as falhas! Claro que depois pagamos como todos os outros, julgavam o quê?!
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Oeirenses estão acima da justiça e o seu autarca é o maior exemplo disso, está correcto.
Se a lei é estúpida [1] e não atenta aos mais básicos princípios da moral vamos lá aproveitá-la para adiar o julgamento uns mesitos e dar uns quantos divertimentos animalescos ao pessoal.
Não apoiar Isaltino é ter falta de pragmatismo, falta de sentido de oportunidade e, quem sabe, falta de amor próprio e pelo próximo.
Agora sim a democracia está de luto. Morreu asfixiada pelas suas próprias mãos.
1 Falo da lei eleitoral dos órgãos das autarquias locais (Lei Orgânica nº1/2001, de 14 de Agosto). Falarei desta lei num outro post por razões completamente distintas que todavia possuem o mesmo grau de estupidez.
Interessantes as posições das várias forças políticas sobre o software livre / open source na administração publica.. Vejam-se as respostas dos vários partidos a um conjunto de perguntas formuladas pela ANSOL – Associação Nacional do Software Livre. Por um lado a resposta do PCP refere as propostas já conhecidas e outras não tanto, demonstrando que estão informados e são conhecedores da matéria em causa. Por outro, a resposta do PSD ou uma tentativa dela, demonstra, para além de algum temor latente destas coisas livres, uma grande preocupação com os coitadinhos dos grandes fabricantes de software que podem ser, ora tão fofuxos, lixados com essa história de não haver livre concorrência. Só para que se notem as diferenças…
P.S. Não falo do PS porque eles são tão dúbios como o dual boot do Magalhães.
Um dia destes vou me reunir comigo mesmo e comigo próprio. Vou falar com eles para ver-se existe um buraco comum nas nossas agendas e combinar um dia e uma hora certa, como se faz em todas as reuniões importantes. Espero que eles não se atrasem, como de costume. Vejamos se é desta que conseguimos seguir à risca a agenda dos trabalhos planeada. Por falar nisso, temos de nos decidir numa agenda de trabalhos. Poderíamos até marcar uma reunião prévia para esse efeito mas isso anularia qualquer possibilidade de entendimento, nenhum de nós consentiria em perder o seu tempo numa reunião com um só ponto de discussão: discutir a ordem de trabalhos para um possível próximo encontro.
Sem querer ser ríspido nem levantar qualquer tipo de susceptibilidadezinha latente nos caríssimos leitores, tomo a liberdade de dissertar um pouco sobre a dinâmica das reuniões internas. Tratam-se de encontros meticulosamente combinados entre todas as partes presentes e, por vezes, ausentes mas omnipresentes, realizadas a porta-fechada, que se destinam apenas a abordar temáticas do interesse único das partes referidas. Quem diz partes diz pessoas, e quem diz pessoas diz autómatos burocratas com a misteriosa capacidade de procriarem. Tendo em conta que tudo aquilo que se pode fazer numa reunião interna pode ser feito em qualquer outro local ou situação (visto que nada por lá acontece e o que acontece não interessa a ninguém que não lá esteja), concluo que agendar e comparecer a reuniões internas são duas atitudes profundamente reprováveis, moralmente inaceitáveis e passíveis de serem inclusas nalgum artigo do código penal.
Voltando com o fio à miada, na reunião que agendarei comigo mesmo e comigo próprio não me poderei esquecer de pôr o tema chave em cima da mesa: a melhor forma de nos agarrarmos os três à vida. Isto se nos entretantos não inventar uma corrente literária alternativa, algo como o absentismo modernista.